Outro dia, estava aqui á toa passando por alguns sites, e resolvi fazer o cadastro em um que com frequência sorteia ingressos para filmes, na maioria das vezes nacionais.
Visto que a qualidade dos mesmos tem crescido visivelmente, em toda sua composição, pensei: bom, não perco nada se ganhar tais ingressos.
Ao verificar meus e-mails contstatei que realmente os ganhei, para assistir ao filme do Matheus Nachtergaele ( ótimo ator, por sinal), entitulado A Festa da Menina Morta.
O elenco conta com Daniel de Oliveira ( bem reconhecido no seu papel ao interpretar Cazuza), Juliano Cazarré ( o soldado Tatu, de Tropa de Elite), Jackson Antunes, Cássia Kiss e Dira Paes (Gisele, de casos e Acasos).
A estória do filme trata de uma pequena população ribeirinha do alto Amazonas que há vinte anos comemora a Festa da Menina Morta. O evento celebra o milagre realizado por Santinho (Daniel Oliveira), que após o suicídio da mãe recebeu em suas mãos, da boca de um cachorro, os trapos do vestido de uma menina desaparecida. A menina jamais foi encontrada, mas o tecido rasgado e manchado de sangue passa a ser adorado e considerado sagrado. A festa cresceu indiferente à dor do irmão da menina morta, Tadeu (Juliano Cazarré). A cada ano as pessoas visitam o local para rezar, pedir e aguardar as "revelações" da menina, que através de Santinho se manifestam no ápice da cerimônia.
É...ao fazer uma breve pesquisa sobre a sinopse do filme cheguei à conclusão de que é viável assistí-lo, não será um dos melhores filmes nacionais, sem sombra de dúvida, mas vale ressaltar que ele já recebeu algumas premiações, dentre elas o prêmio de Melhor Filme na categoria Novos Diretores, no Festival de Chicago.
Após constatar retorno para fazer uma crítica pessoal, isso que postei agora serve apenas como sinopse, por intuito de curiosidade.
Buenas.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Devido à diversas perguntas que me fazem referente ao livro Laranja Mecânica, achei útil fazer um breve comentário sobre uma das melhores obras, na minha modesta opinião.
Laranja Mecânica
Chocante, soberbo, magistral, inteligente, fantástico, controverso! Essas são apenas algumas palavras que descrevem esta obra de Anthony Burguess, que esteve tão à frente em seu tempo. Para os desavisados, este livro narra a trajetória de um jovem conhecido como Alex. Líder de uma gangue, a vida para Alex se resume a Beethoven, violência e sexo. Até que uma incrível reviravolta ocorre em seu destino.O livro utiliza, através da narração de Alex, em muitos momentos uma linguagem própria, mas não se assuste, você pode consultar o glossário contido no livro, embora lendo e interpretando a linguagem como lhe convém, a descobrindo aos poucos durante o livro, faz com que sua experiência durante a leitura seja única.Para quem viu o filme e acha que não precisa ler o livro, um aviso: o livro possui um final diferente do filme e diversas partes que não constam no filme.
E pensar que Burguess escreveu este livro apenas para gerar uma renda à sua esposa quando viesse a falecer vítima de câncer, algo que não aconteceu. Mas isso é outra história...
LEIA UM TRECHO:
"...Eu me vi de quatro, tentando me levantar e dizendo: "Feia, feia, feia!", e ela continuava toque toque dizendo:"Seu piolhozinho de favela, invadindo casa de gente de verdade!" Eu não gostei dessa igra de toque toque, então agarrei a ponta da bengala dela, assim que desceu de novo, e aí ela perdeu o equilíbrio e tentou se firmar na mesa, mas quando a toalha da mesa caiu com uma jarra de leite e uma garrafa de leite que primeiro ficou de porre e depois espalhou esploche branco em todas as direções, aí ela caiu no chão grunhindo: "Seu amaldiçoado, você vai sofrer." Agora, a gataria estava aterrorizada, correndo e pulando em pânico, uns botando a culpa nos outros, dando toltchoques de gato com a lapa e ptaaaaá e grrrrrrr e crrrrrrac. Eu me pus em cima dos nogas e lá estava aquela horrenda forela estarre vingativa com os gravetos tremendo e grunhindo enquanto tentava se levantar do chão, então eu lhe dei um pontapé bem ,malenque no litso e disso ela não gostou, gritando "uaaaaá", e videavase o seu litso enodoado e cheio de veias ir ficando violáceo no lugar onde eu acertei o noga..."
Para quem tiver maiores curiosidades, aconselho a leitura, que pode ser disponibilazada no seguinte site:
http://www.4shared.com/dir/2280465/d7032ab5/LARANJA_MECANICA.html
Laranja Mecânica
Chocante, soberbo, magistral, inteligente, fantástico, controverso! Essas são apenas algumas palavras que descrevem esta obra de Anthony Burguess, que esteve tão à frente em seu tempo. Para os desavisados, este livro narra a trajetória de um jovem conhecido como Alex. Líder de uma gangue, a vida para Alex se resume a Beethoven, violência e sexo. Até que uma incrível reviravolta ocorre em seu destino.O livro utiliza, através da narração de Alex, em muitos momentos uma linguagem própria, mas não se assuste, você pode consultar o glossário contido no livro, embora lendo e interpretando a linguagem como lhe convém, a descobrindo aos poucos durante o livro, faz com que sua experiência durante a leitura seja única.Para quem viu o filme e acha que não precisa ler o livro, um aviso: o livro possui um final diferente do filme e diversas partes que não constam no filme.
E pensar que Burguess escreveu este livro apenas para gerar uma renda à sua esposa quando viesse a falecer vítima de câncer, algo que não aconteceu. Mas isso é outra história...
LEIA UM TRECHO:
"...Eu me vi de quatro, tentando me levantar e dizendo: "Feia, feia, feia!", e ela continuava toque toque dizendo:"Seu piolhozinho de favela, invadindo casa de gente de verdade!" Eu não gostei dessa igra de toque toque, então agarrei a ponta da bengala dela, assim que desceu de novo, e aí ela perdeu o equilíbrio e tentou se firmar na mesa, mas quando a toalha da mesa caiu com uma jarra de leite e uma garrafa de leite que primeiro ficou de porre e depois espalhou esploche branco em todas as direções, aí ela caiu no chão grunhindo: "Seu amaldiçoado, você vai sofrer." Agora, a gataria estava aterrorizada, correndo e pulando em pânico, uns botando a culpa nos outros, dando toltchoques de gato com a lapa e ptaaaaá e grrrrrrr e crrrrrrac. Eu me pus em cima dos nogas e lá estava aquela horrenda forela estarre vingativa com os gravetos tremendo e grunhindo enquanto tentava se levantar do chão, então eu lhe dei um pontapé bem ,malenque no litso e disso ela não gostou, gritando "uaaaaá", e videavase o seu litso enodoado e cheio de veias ir ficando violáceo no lugar onde eu acertei o noga..."
Para quem tiver maiores curiosidades, aconselho a leitura, que pode ser disponibilazada no seguinte site:
http://www.4shared.com/dir/2280465/d7032ab5/LARANJA_MECANICA.html

Estava vagando em alguns sites de cinema, e claro, um em específico me chamou a atenção.
Trata-se do longa do cineasta cult Tim Burton, que já realizou projetos sobre Ed Wood (diretor e produtor de filmes de terror, ficção científica e eróticos), Alice in Wordland.
A produção conta um elenco bem interessante, como Johnny Deep (dispensa comentários, e sou suspeita à falar algo), no papel do Chapeleiro Maluco, Anne Hathaway ( participou do programa de Teatro premiado The Barrow Apoup, em Nova Iorque), interpretando a Rainha Branca e Helena Bonham Carter (noiva do diretor Tim Burton; desempenhou papéis nos filmes Clube da Luta como Marla Singer e Janela para o Amor, na pele de Lucy Honeychurch), dando vida à Rainha Copas ou Vermelha.
A protaganista, que vive Alice é interpretada por Mia Wasikowska, que atualmente trabalha no seriado HBO, In Treatment, nos Estados Unidos.
O filme é uma adaptação do livro de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas (1865).
A estreia está prevista para março de 2010, nos Estados Unidos.
Acredito que valerá a espera para o lançamento no Brasil, à julgar pelo conjunto que compõe o filme, desde diretor ao conteúdo da estória adaptada.
Avante!
terça-feira, 23 de junho de 2009
O dom da observação é realmente inexpressível!
Enquanto vc fala, só te analiso....só vejo até onde vai, e até onde faz o que diz.
Palavras pra mim são meras palavras...não as valorizo.
Adjetivos do tipo fria, calculista já fazem parte do meu ser, em decorrência de tantas que foram as vezes que ouvi tais comentários (totalmente dispensáveis, porque as opiniões alheias não me interessam nem um pouco), mas dentro desse mundo fantasiado de algodão doce é feio ser analítica, certo?
Aonde quero chegar?
Na seguinte conclusão:
- Sonhos são belos, quando acompanhados de meios de realizá-los.
Enquanto vc fala, só te analiso....só vejo até onde vai, e até onde faz o que diz.
Palavras pra mim são meras palavras...não as valorizo.
Adjetivos do tipo fria, calculista já fazem parte do meu ser, em decorrência de tantas que foram as vezes que ouvi tais comentários (totalmente dispensáveis, porque as opiniões alheias não me interessam nem um pouco), mas dentro desse mundo fantasiado de algodão doce é feio ser analítica, certo?
Aonde quero chegar?
Na seguinte conclusão:
- Sonhos são belos, quando acompanhados de meios de realizá-los.
Sabes que dentro da liberdade permaneço dentro de ti, sempre.
É um fato imutável, por mais que eu queira, ou que você mesmo deseje em um dia qualquer, as nossas verdades e realidades nos ligam entre *sobrepostos*, muito comuns e ao mesmo tempo incomuns.
Consegue diferenciar quando estamos em uma fase ou outra?
É um fato imutável, por mais que eu queira, ou que você mesmo deseje em um dia qualquer, as nossas verdades e realidades nos ligam entre *sobrepostos*, muito comuns e ao mesmo tempo incomuns.
Consegue diferenciar quando estamos em uma fase ou outra?
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